Das buscas
Por Marcio Dolzan
dolzan@papodebodega.com
Este site vem oscilando na sua média de público, e confesso que isso me preocupa. Não pelo fato de um mês ter mais visitantes do que o outro, não é isso. É pelo fato de que alguns desses visitantes parecem ser pessoas muito estranhas.
Para não dizer bizarras.
Claro que boa parte do conteúdo deste site não é dos mais normais. Mas, ora essa, em nenhum momento – exceto no que se refere à seção de Política – publicamos algo que afronte com a decência. Ao menos é o que eu imagino.
Mas aí eu vou olhar o relatório estatístico das visitas ao site e me deparo com algumas buscas bisonhas. Explico. Há uma área do relatório que revela por qual meio os internautas chegaram até o Papo de Bodega. O Google, essa maravilhosa ferramenta de busca, nos “indica” com certa freqüência. E aí eu posso ver quais as palavras que o internauta utilizou em sua busca pelo Google.
Qual não foi a minha surpresa quando, dias atrás, vejo uma referência ao site com as palavras “tios que comem sobrinhas”? Na certa, o buscador indicava a coluna em que o Eduardo falava da menina-de-rua que lhe pediu esmolas próxima ao supermercado. Ela o chamara de “tio”, ele se referira a ela por “sobrinha”.
Recentemente, a busca foi outra. O incauto internauta queria ler algo referente a “teve o pênis cortado”. Sim, este site já publicou uma notícia sobre um indonésio que ficou (mais) imprestável, depois que mencionou o desempenho sexual de outra mulher no momento em que transava com a companheira. E foi em função disso que um cidadão que provavelmente sequer nos conhece, e que talvez viva nos confins de Roraima, chegou até aqui.
Em suma, como qualquer outro site, acho que o Papo de Bodega vem sendo visitado por um ou outro tarado.
E isso em um site de família!
Que coisa, heinhôôôô Claudião!