Considerações enquetianas
Por Marcio Dolzan
dolzan@papodebodega.com
Porque eu adoro neologismos.
Foi um sucesso absoluto a primeira enquete do Papo de Bodega [.com]. Tivemos centenas de milhares de votos (vinte no total, contando o meu). O melhor de tudo é que o número representa com fidelidade a média de visitantes do site.
Bom, pelo menos a média no mês de lançamento, lá em agosto.
O interessante no nosso levantamento nada científico é que, a julgar pelas respostas, estamos no caminho certo. Ou, pelo menos, no menos errado – que é a nossa real intenção.
Sessenta por cento dos que se dispuseram a votar disseram que o site “até que é bonzinho”. Tendenciosamente, essa era a primeira das alternativas. A última delas, “uma bela perda de tempo”, não recebeu nenhum votinho – o que comprova que, marqueteiramente, acertei na disposição das opções.
A opção “já vi piores” foi a segunda mais votada, tendo recebido 20% dos votos – muito mais do que fez o Eymael nas últimas eleições presidenciais. “Até que dá pro gasto”, por sua vez, foi a terceira mais votada por nossos internautas. No total, 15% dos votantes escolheram essa alternativa, e não tecerei maiores comentários acerca disso (até porque não me ocorre nada).
Por fim, a alternativa “pelo menos não dói nada” recebeu 5% dos votos. Em números absolutos, significa que recebeu um votinho. A escolha por essa opção é auto-explicativa.
Gostaria de agradecer a participação de todos, e pedir que você siga votando em nossas enquetes. Elas não agregam nada, mas, se você for pensar bem, esta coluna também não lhe agregou nada, e nem por isso você deixou de ler até aqui.